Por Aziz Ahmed

O secretário-geral da Rio+20,embaixador Sha Zukang, garantiu nesta quinta-feira,na Comissão de Relações Exteriores do Senado,que a iniciativa da ONU será um sucesso,com a presença confirmada de 55 países e público esperado de 60 mil pessoas.Ressaltando ser apenas o secretário-geral da conferência,o diplomata chinês afirmou que o Brasil precisa mostrar ao mundo que tem liderança internacional e,portanto,saberá ser anfitrião exemplar,em integração,implementação, cooperação e mudança de comportamento. Ele elogiou a realização da Eco 92,promovida pelo governo Collor, salientando,em tom de blague,que agora o Brasil terá que fazer mais,porque,como o próprio nome diz,é “Rio mais 20”.O senador Collor,igualmente descontraído, observou:“Dizem que quem tem o livro da ata embaixo do braço é quem tem o poder. Então,o  mais poderoso é o embaixador."

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Venezuelanos, brasileiros e outros latinos endinheirados têm contribuído de forma decisiva para a recuperação no mercado imobiliário de Miami

No ano passado, a venda de imóveis residenciais na Grande Miami teve uma alta recorde de 46 por cento em relação a 2010São Paulo - Os latino-americanos têm um velho caso de amor com Miami, mas, a julgar pelo que se vê no mercado imobiliário, raramente ele foi tão intenso

Venezuelanos, brasileiros e outros latinos endinheirados têm contribuído de forma decisiva para a recuperação no mercado imobiliário de Miami, que chegou a ser símbolo da crise habitacional nos EUA.

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ATRAVÉS DE UMA ORDEM EXECUTIVA, O PRESIDENTE AMERICANO DETERMINOU QUE OS SERVIÇOS  consulares instalados no Exterior, sobretudo no Brasil e na China, reduzam seu grau de exigência para a concessão de vistos de turistas e de negócios como forma de incentivar a vinda de mais estrangeiros para o país, a fim de gerar mais empregos para os americanos e incrementar a economia, que vem andando em passos lentos.

Usando o Walt Disney World na Flórida como pano de fun -do, o presidente anunciou ter assinado uma ordem executiva destinada a reduzir o tempo de espera para os  viajantes do Brasil e da China para obter vistos para os EUA.

Esta ordem também eliminará a necessidade de os visitantes vindos  de  Taiwan  solicitarem vistos de entrada para visitar o país — algo que cidadãos de 36 nações, a maioria da Europa Ocidental do Japão e da Austrá -lia, já desfrutam.

E ele está tornando o programa de Entrada Global permanente, permitindo aos viajantes passar com facilidade pela alfândega em vez de se submeter às rigorosas checagens de antecedentes.

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Internacionalizar pode ser opção para baratear custos, difundir marcas e gerar parcerias lucrativas

Nos últimos anos, grande parte das empresas nacionais passaram a investir em um processo crescente de inserção de negócios em outros países.

De acordo com um estudo divulgado em junho deste ano pela Fundação Dom Cabral, em 2010 os investimentos de empresas brasileiras no exterior alcançaram a marca de US$ 11 bilhões, recuperando a queda ocorrida em 2009, proveniente da crise financeira mundial. Além disso, no mesmo ano as 20 empresas mais internacionalizadas do país tiveram mais de um terço de seus ativos totais no exterior.

Para José Augusto de Castro, administrador de empresas e presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, mais do que uma estratégia de mercado ou um desejo de crescimento, as empresas nacionais têm visto na internacionalização uma forma de fuga de capital. “É o jeito que elas têm encontrado para diluir riscos. Com o Real valorizado, o produto brasileiro está muito caro e as empresas estão indo para o exterior para produzir e exportar de volta para cá e para atender os clientes de lá a partir da filial”, afirma.

Para ele, ao contrário do que muitos pensam, a internacionalização não é prejudicial ao desenvolvimento econômico interno. “A expansão dos negócios no exterior faz com que a empresa se fortaleça como um todo. A Coca-Cola, por exemplo, se internacionalizou para ir ao encontro de seu mercado consumidor e divulgar sua marca em outros países. Se você fica restrito ao seu mercado, pode correr o risco de ficar escondido do mundo, ao passo que lá fora essas empresas geram lucros e acabam entrando como dividendos para o Brasil”, diz.

Um exemplo de empresa brasileira que conta com grande parcela de suas atividades no exterior é a Brasil Foods, criada a partir da fusão das alimentícias Sadia, que já atuava na América Latina, Europa e Ásia, com a Perdigão, que contava com uma ampla rede de negócios internacionais e exportava desde a década de 70 para a Arábia Saudita. Juntas, elas estão espalhadas em 20 países pelo mundo e contam com 60 unidades industriais brasileiras.

Para uma empresa que ainda não se internacionalizou, é fundamental buscar informações sobre o país em que se pretende ingressar, principalmente no que diz respeito a possíveis acordos bilaterais ou multilaterais e também sobre as leis locais em relação à transferência de lucros e dividendos que podem favorecer os negócios no futuro.

Joint-ventures, franquias e licenciamentos são algumas das formas que as empresas nacionais procuram para expandir seus negócios em terras estrangeiras. No caso de micros e pequenas empresas, a exportação direta ou indireta é a forma mais comum e segura para se ganhar espaço no mercado internacional.

O último levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostra que mais de 22 mil empresas nacionais exportaram produtos em 2009, sendo que metade eram MPE’s, atuantes, principalmente, na América Latina.

Para Jaime Kochi, consultor do Sebrae-SP, apesar dos subsídios oferecidos pelo governo para estimular a exportação, esse número poderia ser bem maior. “Infelizmente ainda não se tem uma cultura de exportação no Brasil. Por isso, antes de ingressar no mercado externo é necessário que o micro e pequeno empresário brasileiro tenha grande mudança de mentalidade e procure entender ao máximo esse novo passo. Se aventurar em um cenário desconhecido é muito arriscado, e só uma inserção bem planejada no exterior pode trazer vantagens”, alerta.

O micro e pequeno empresário que deseja iniciar um processo de internacionalização da empresa, pode contar com o Sebrae, que possui um  Programa de Internacionalização da Micro e Pequena Empresa, com o intuito de  incentivar a exportação, a importação e a consolidação de parcerias entre empresas do Brasil e exterior.

Para saber mais sobre o assunto, conheça o site BrasilGlobalNet, uma ferramenta de apoio mantida pelo governo federal,  que oferece conteúdo dedicado às empresas brasileiras que planejam se lançar no mercado externo.

Portal HSM

Entretanto, os recursos utilizados devem ser captados no exterior

As empresas brasileiras instaladas no exterior receberam uma boa notícia nesta terça-feira (06/12). Isso porque, a presidente Dilma Rousseff, publicou o decreto 7.635 que altera o estatuto social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que agora pode financiar a aquisição de ativos no exterior por empresas brasileiras ou subsidiárias. O decreto faz apenas uma ressalva, que os recursos utilizados devem ser captados no exterior para as operações.

Além disso, o decreto incluiu o inciso VIII no 9º artigo do BNDES, alegando que a partir de agora para utilizar os recursos captados no mercado externo, tem que contribuir para o desenvolvimento econômico e social do País, para financiar a aquisição de ativos e a realização de projetos e investimentos no exterior por empresas brasileiras, subsidiárias de empresas brasileiras e empresas estrangeiras, cujo acionista com maior capital votante seja, direta ou indiretamente, pessoa física ou jurídica domiciliada no Brasil”

fonte: Smart Energy

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